A/G Medicina Ocupacional Ltda.
Assessoria e Consultoria em Medicina e Engenharia de Segurança do Trabalho


CASO DE ANA CAROLINA


















Data de Nascimento : 14 de junho de 1986
Hora : 14: 20 horas
Local: Cidade de Vitória - Estado do Espírito Santo - País : Brasil
Data provável da fecundação : 22 de setembro de 1995
Gestação : Mãe submeteu-se à Exames de Pré- Natal desde o primeiro mês de gravidez, sem qualquer sintoma clínico, sem qualquer intercorrência, com todos os exames normais.
Parto : Cesareana, após entrar em trabalho de parto desde às 04:00 horas da manhã, sem que houvesse dilatação do colo uterino.
Apgar: 8/10 - Capurro : 39 semanas.
Peso : 3.850 gramas - Medindo : 48 centímetros.
Vacinação : Foi vacinada contra : Tuberculose, Poliomielite, Sarampo, Rubéola, Caxumba, Coqueluche, Catapora, Hepatite tipo B, Tétano, com todas as doses necessárias.
Foi amamentada exclusivamente com leite materno até 40 dias de vida, quando foi introduzido Leite de vaca.
Durante o primeiro ano de vida, não apresentou qualquer patologia, mantendo um desenvolvimento normal, compatível com a idade.
Andou com 01 ano de vida, e começou à falar com 10 meses, palavras soltas como : mama, papa, dá, nào.
Até novembro de 1992, apresentou-se sempre saudável com desenvolvimento normal para os padrões familiares.
Em dezembro de 1992, começou a queixar-se de dor na coxa direita, e dificuldades para movimentar a perna.
Inicialmente, em função da idade (06 anos), foi pensado na possibilidade de tratar-se de "dor do crescimento".
Como a queixa perssistia, e começaram a ocorrer quedas freqüêntes, foi solicitado o parecer de um Ortopedista em Janeiro de 1993, que após avaliação exclusivamente clínica, sugeriu tratar-se de "DENGO", e que era preciso "força-la" a fazer exercícios.
As quexas de dor na perna direita foi piorando, até o ponto de apresentar dificuldades em vestir as roupas e sapatos, bem como pentear os cabelosm, subir escadas, levantar-se quando sentada no chão, ou mesmo quando caía, não apresentava refraxos de defesa do rosto com as mãos. Começou a deixar os objetos caírem das mãos, com reduçào da força para sustentar pequenos objetos como copo com água, xícaras, garrafas de refrigerantes e outros.
Diante do agravamento do quadro clínico, foi solicitado o parecer de um Neurologista, que indicou procurar um Reumatologista.


Foi procurada a Drª. Simone Netto Faissal - Reumatologista Pós -Graduada pela Unicamp - Universidade de Campinas no Estado de São Paulo, que após colher Histórico Patológico Pregresso e familiar da paciente, realizar exame clínico minucioso, solicitou os seguinte exames laboratoriais:
· Hemograma Completo (Documento 1), realizado em 10 de fevereiro de 1993, que evidenciou apenas Hipocromia (+), demais valores, dentro dos padões de normalidade brasileira;
· Glicemia de jejum (Documento 2), realizado em 10 de fevereiro de 1993, com resultado NORMAL ( 76 mg/dl - VR: 70 a 110 mg/dl);
· Provas de Atividades Reumáticas (Documento 2), realizada em 10 de fevereiro de 1993, cujos resultados foram:
· Proteína C Reativa : FRACAMENTE REATOR;
· Prova do Látex : NÃO REATOR;
· Waller Rose : NEGATIVO;
· Antiestreptolisina "O" : 50 UI/ml ( VR: até 200 UI/ml)
· Mucoproteina : 2,3 mg/dl (VR: 1,9 a 4,9 mg/dl).

Em 15 de fevereiro de 1993, foi dosado :
· TRIIODOTIRONINA (T3), por radioimunoensaio - Resultado : 1,66 ng/ml (VR: 1,0 a 2,60 ng/ml);
· TIROXINA (T4), por radioimunoensaio - Resultado : 101,62 ng/ml (VR: 73 a 150 ng/ml)
· HORMONIO ESTIMULADOR DA TIREÓIDE (TSH) ULTRA-SENSIVEL, por radioimunoensaio - Resultado : 5,73 mil/l (VR: 0,40 a 5,50 mIU/l).

Em 25 de fevereiro de 1993, foi dosado (Documento 4 e 5):
· Triiodotironina (T3), que apresentou valores dentro dos padòes de normalidade;
· Tiroroxina (T4), que apresentou valores dentro dos padões de normalidade;
· Hormonio Estimulante da Tireóide (TSH), que apresentou resultado de 5, 73 m IU/L - (VR: 0,40 a 5,50 mUI/L) - levemente elevado;
· CK : Resultado : 176 U/L - (VR : 10 a 70 U/L) - muito elevado;
· CKMB : Resultado : 25,2 U/L - (VR : 0 a 16 U/L) - pouco elevado;
· TGO : Resultado: 15 U/L - (VR: 04 a 20 U/L) - normal ;
· TGP : Resultado : 14 U/L - (VR: 02 a 18 U/L) - normal;
· CPK : Resultado: 176 U.I. - (VR: 10 a 70 U.I.) - muito elevado;
· Pesquisa de Células LE : Resultado : Negativo;
· Pesquisa de Fator Anti Nuclear : Não Reator;
· Aldolase : Resultado : 70 U.I. - (VR: até 12 U.I.) - muito elevado;
· Anti ENA RNP : Resultado: 232,0 U.I./ml - ( Não Reagente até 600 U.I./ ml)
· Anti ENA SM : Resultado: 256,0 U.I./ml - (Não Reagente até 600 U.I./ml);
· Anticorpo Anti RO SS-A : Resultado : 478,0 U.I./ml - (Nào Reagente até 600 U.I./ml);
· Anticorpo Anti DS-DNA: Resultado: 28,0 U.I/ml (Não Reagente até 70 U.I./ml).

Diante de tais resultados Laboratoriais, em 02 de março de 1993, foi dado o Diagnóstico de DERMATOPOLIMIOSITE, sendo solicitado Biópsia de músculo quadríceps direito, e novos exames laboratoriais (Documentos 6, 7, 8 e 9), como:
· CPK - Resultado : 178 U/l ( VR: 10 à 58 U/l) - Muito elevado;
· DLH - Resultado : 404 U/l ( VR: 80 à 240 U/l) - Muito elevado;
· Aldolase - Resultado : 3,4 U.I. ( VR: até 3,9 U.I.) - Dentro do padão de normalidade;
· TGO : Resultado : 12 U/l ( VR: 4 a 20 U/l) - Dentro do padão de normalidade;
· TGP : Resultado : 14 U/l ( VR : 2 à 18 U/l) - Dentro do Padão de normalidade;
· ELISA PARA TOXOPLASMOSE : Resultado : IgG - Não Reator - IgM - Resultado : POSITIVO até diluição de 1/64 (Resultado considerado como Prova Cruzada);
Em 10 de março de 1993, foi emitido o resultado da biópsia, com a seguinte conclusão : O QUADRO HISTOLÓGICO É COMPATÍVEL COM POLIMIOSITE (Documento 8).
Diante da confirmação diagnóstica dada pela Biópsia, o Exame de Eletromiografia (Documento 9), solicitado em 02 de março de 1993, foi suspenso pela Drª Simone Faissal, por ter perdido sua finalidade.

Face ao diagnóstico firmado como DERMATOPOLIMIOSITE, foi iniciado tratamento com corticoterapia, na dose de 80 mg por dia.

Em 24 de março de 1993, foi solicitado à título de controle laboratorial, os seguintes exames:
· Proteína C Reativa - NEGATIVO;
· TGO : Resultado : 4 U/l ( VR: 4 à 20 U/l) - Normal e menor em relação ao exame realizado em 25 de fevereiro de 1993;
· TGP : Resultado : 14 U/l ( VR: 2 à 18 U/l) - Normal, mantendo o mesmo valor do exame realizado em 25 de fevereiro de 1993;
· CPK : Resultado : 17,0 U/l (VR: 0 à 36 U/l - pelo método utilizado nesse exame), mas dentro dos padròes de normalidade, e apresentado significativa redução em relação ao exame realizado em 25 de fevereiro de 1993;
· DLH : Resultado : 298 UI/l ( VR: 80 à 240 UI/l ) - Discretamente elevado, porém com reduçào acentuada em relação ao exame realizado em 03 de março de 1993;
· Aldolase : 2,1 UI/l ( VR: até 3,9 UI/l - pelo método utilizado nesse exame), mas dentro dos padrões de normalidade.

Diante dos resultados obtidos, a médica assistente, manteve o tratamento com corticoterapia, com 80 mg por dia, informando que a Doença encontrava-se apenas CONTROLADA, mas o prognóstico era sombrio, não havendo até o momento qualquer tratamento curativo conhecido.
Por volta de abril de 1993, através do cirurgião que realizou a biópsia muscular, a mãe da paciente foi informada sobre a existência de um Tratamento Alternativo denominado Abordagem Direta do Inconsciente ADI , que prontamente foi procurado através da Drª Helenice, que teceu maiores informações.
OBS: Faço questào de ressaltar que, durante a primeira conversa mantida entre a mãe da paciente e a Drª. Helenice, foi informado à mãe que como o tratamento não poderia ser realizado diretamente com a paciente em função de sua idade (6 anos), requereria a participação da mãe, e que a cura só seria possível se a mesma REALMENTE QUISESSE a cura de sua filha. Diante de tal afirmativa a mãe respondeu : SE A CURA DE MINHA FILHA DEPENDER DE MINHA VONTADE , ELA JÁ COMEÇOU A FICAR CURADA.

O pai da paciente ofereceu-se a colaborar com o que fosse possível, e no dia seguinte começaram as entrevistas, posteriormente o Tiptron, seguido de algumas sessões direcionadas à mãe e ao pai, que culminaram no tratamento propriamente dito da paciente em questão.
Já em fase final da primeira etapa do tratamento, perguntado pela terapeuta uma comprovaçào de que o processo degenerativo da doença havia cessado, foi indicado que fisesse uma Dosagem de Proteína na urina em 24 horas ( Proteinúria de 24 horas) . Em casos de degeneração tecidual em atividade, ocorre uma Proteinúria (perde de proteínas pela urina) de forma maciça.
O Exame foi realizado em 11 de junho de 1993 (Documento 12), com o Resultado : 13,6 ng/24 horas ( VR: 10 à 70 ng/24 horas).
A Drª. Simone Faissal, foi informada sobre o tratamento que estava sendo feito paralelo, e em lugar de incentivar à mãe, uma vez que a medicina tradicional não oferecia qualquer esperança de cura, criticou à mãe e o pai por serem médicos e estarem envolvendo-se com "CRENDICES", e apenas reduziu a dose de 80 mg/dia para 40 mg/dia.
Sem qualquer apoio do profissional médico assistente, era necessário alguma comprovação sobre a eficácia do tratamento para uma possível suspensão da corticoterapia.
Foi perguntado pela terapeuta, já no primeiro reforço da ADI, se o corticóide estaria trazendo algum benefício ao organismo da paciente, ou se poderia ser até suspenso. Foi respondido que todo o corticóide ingerido, estava sendo eliminado totalmente pela urina, e que ao contrário do que se poderia esperar, a supra renal da paciente, continuava em atividade. Pedido uma comprovação de tal afirmativa, foi solicitado que realizasse a dosagem de cortisol na urina de 24 horas.

A Dosagem de Cortisol na Urina de 24 horas, foi realizada no dia 28 de junho de 1993 (Documento 13), e o resultado foi de 45,84 ncg/ 24 horas, significando que realmente a paciente estava eliminando os 40 mg ingeridos, e produzindo de forma endógena mais 5,84 mg.

Diante de tal resultado a mãe, assumindo deliberadamente TODA E QUALQUER RESPONSABILIDADE, suspendeu de forma total e completa o tratamento com corticoterapia, sem qualquer preocupação com redução gradativa de dose como é preconizado pela medicina tradicional.

Em 29 de junho de 1993 (Documentos 14 e 15), foram realizados outro exames laboratoriais, como:
· Hemograma - NORMAL;
· Aldolase - NORMAL;
· CPK - NORMAL;
· TGO - NORMAL;
· TGP - NORMAL.

Ä PARTIR DESTE DIA ANA CAROLINA NÃO TOMOU MAIS QUALQUER MEDICAMENTO PARA A DOENÇA DERMATOPOLIMIOSITE, BEM COMO PARA NENHUMA OUTRA PATOLOGIA.

A MELHORA DO QUADRO CLÍNICO JÁ INSTALADO OCORREU DENTRO DO PRAZO PREVISTO PELA PROPRIA PACIENTE DURANTE A ADI, EM JULHO DE 1993, ELA RETORNOU ÀS AULAS DE BALÉ CLÁSSICO, E NO FIM DO ANO DE 1993, APRESENTOU-SE NO TEATRO CARLOS GOMES DE VITÓRIA ESTADO DO ESPIRITO SANTO, COMO INTEGRANTE DO CORPO DE BALÉ DO INSTITUTO LENIRA BORGES.
FOI SUBMETIDA À TODOS OS REFORÇOS PROPOSTOS, RECEBENDO ALTA DO TRATAMENTO EM DEZEMBRO DE 1994.

EM MARÇO DE 1994, COMEÇOU A FAZER KARATÊ, PERMANECENDO NESTE ESPORTE ATÉ DEZEMBRO DE 1997, QUANDO RESOLVEU AFASTAR-SE

POR MOTIVOS DE INCOMPATIBILIDADE DE HORÁRIOS COM OS ESTUDO. MAS CONQUISTOU TODAS AS FAIXAS COMPREENDIDAS NO PERÍODO DE ATIVIDADE , BEM COMO MEDALHA E TROFÉU, EM DUAS COMPETIÇÕES ENTRE ESCOLAS , DAS QUAIS PARTICIPOU.

ATUALMENTE ENCONTRA-SE PRESTES À COMPLETAR 13 ANOS, TOCA PIANO MUITO BEM E FAZ AULAS DE INGLES.
Ë SEMPRE A ALUNA MAIS APLICADA NAS TURMAS QUE PARTICIPA, É UMA ADOLESCENTE SADIA, NORMAL E FELIZ.
PASSOU PELA MENARCA AO 10 ANOS DE IDADE


Eu, ANA ELISA SCAMPINI SIQUEIRA RANGEL, mãe de ANA CAROLINA SCAMPINI SIQUEIRA RANGEL, médica formada pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória Estado do Espírito Santo - EMESCAM, Pós-Graduada em Pediatria e Neonatologia, e Medicina do Trabalho, CRM-ES 3131, C.I. 261.053 - Serviço de Segurança Pública do Estado do Espírito Santo - Brasil -
CPF : 822.705.707-15, casada, brasileira, residente e domiciliada à Rua Francisco Segóvia, 79 - Fradinhos - Vitória - Espirito Santo - Brasil - CEP: 29.042-430 - tel : 027-2226301, autorizo à Drª. Renate Jost e sua equipe, a divulgar o nome real de ANA CAROLINA SCAMPINI SIQUEIRA RANGEL, como a paciente deste caso, bem como divulgar fotos e demais documentos que venham comprovar o EXITO TOTAL do tratamento feito , com CURA COMPLETA, de uma patologia que desafia até hoje a medicina tradicional, desde sua origem até seu tratamento, evolução e prognóstico, com o único objetivo de colaborar de alguma forma para que outras pessoas, como eu e minha filha, possam beneficiar-se com o mesmo tratamento.

Coloco-me à inteira disposição de qualquer interessado, para prestar informações sobre a experiência incrível pela qual passei.


Vitória , 28 de maio de 1999

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ANA ELISA SCAMPINI SIQUEIRA RANGEL

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