Terapia de Integração Pessoal

A proposta do Método de Intervenção terapêutica ADI/TIP (Método da Abordagem Direta do Inconsciente[1] eTerapia de Integração Pessoal) é de uma vivência terapêutica que possibilita a descoberta das conclusões pessoais que foram registradas no inconsciente e que são descritas conscientemente pela pessoa como códigos existenciais sem distorções racionalizadas dos mesmos. Essas conclusões, se manifestam como "frases-registro" de base, sendo de dois tipos: a primeira que se refere às conclusões elaboradas pelo sujeito sobre pessoas, fatos, situações, e experiências envolvidas nos fatos vividos, emocionalmente importantes para ele ("frases-conclusivas"); a segunda que se refere às conclusões formuladas pela pessoa sobre si mesmo, "frases-registro"", a partir dessa mesma vivência. As frases-registro são, portanto, auto-conceito que, mesmo distorcido, se generalizam para toda a vida da pessoa em atendimento.

O processo circular inicia com o diagnóstico, objetivando através de uma cena vivenciada e de um momento específico dessa cena, e pelas "frase-registro" (auto-conceito) e "frase-conclusiva". A seguir, realiza-se a "decodificação" dos problemas e sofrimentos, reforçam-se as cenas positivas que vão substituir os registros negativos do inconsciente e "testa-se" esse resultado, no sentido de comparar "começo, meio e fim". Verifica-se assim, a autenticidade ou não do que a pessoa está falando. Somente depois de ter-se verificado se o registro negativo foi eliminado, abre-se outro problema. O processo circular, portanto, faz parte da estruturação metodológica da ADI.

É importante considerar que os dados que a pessoa traz sobre o primeiro elo do sofrimento, tende a ser um número (idade) da fase da gestação desse paciente - com raras exceções. Visto o número, a cena, o detalhe que marca a pessoa, verifica-se ainda o seu posicionamento, ou seja, o que "decidiu" mais do que aquilo que sofreu. Chega-se à "frase-registro" a partir da qual pode-se ainda conhecer como essa se expressa na vida da pessoa, em outras idades e de que forma aparece na vida do dia a dia. Tudo isso é uma forma de testar ou avaliar a terapia.

Por último, as respostas que vêm do inconsciente questionado, geram um banco de dados para uma pesquisa científica, para verificação quantitativa e qualitativa dos resultados obtidos, evidenciando simultaneamente características pessoais e universais do ser humano. Esta pesquisa vem sendo desenvolvida por uma equipe de pesquisadores da FUNDASINUM coordenados pela Psic. Maria Clara Jost de Moraes, mestre em psicologia social pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Psic. Flávia Gotelip, e orientada pelo Prof. Dr. Bartholomeu T. Troccoli, PhD, professor Associado da Universidade de Brasília e coordenador do Laboratório de Pesquisa em Avaliação e Medida - LabPAM (Laboratório de Pesquisa em Avaliação e Medida) da UnB.


[voltar] [1] O conteúdo aqui apresentado sintetiza o processo terapêutico da ADI/TIP, explanado nos livros As Chaves do Inconsciente (2006) e O Inconsciente Sem Fronteiras (2007), cujas leituras indicamos para maior compreensão dos conteúdos.

O Tratamento

Para iniciar a TIP-Terapia é necessário que o paciente esteja completamente aliviado do desgaste emocional provocado pelo sofrimento, abrindo-se assim para a percepção do inconsciente. Isto é possível através das aplicações de TIP-tron e visiotron, que fazem parte da fase preparatória.

Fase Preparatória

CONSULTA MÉDICA OU PSIQUIÁTRICA

Antes do tratamento, o paciente é examinado e orientado sobre a terapia por um clínico ou psiquiatra. Também este profissional o atende quando se faz necessário. Na anamnese, além da avaliação do seu estado inicial, o médico esclarece sobre o processo da terapia, bem como prescreve as sessões de TIP-trons – adequando a freqüência e a quantidade de sessões (mínimo de 12), Visiotrons (mínimo de 4) e Terapias (mínimo de 10).

TRI

O Teste de Registros Inconscientes (TRI) é utilizado enquanto um dos processos contínuos de avaliação o no Método da Abordagem Direta do Inconsciente[1] e na Terapia de Integração Pessoal (ADI/TIP).

Partindo do conceito de Teste Psicológico apresentado como um procedimento sistemático de coleta de informações que embasam o processo da Avaliação Psicológica e que propõe tarefas específicas para observação do comportamento (Anastasi, 1977; CFP, 2004), explica-se que a avaliação e a testagem na ADI não acontece através de testes isolados nem vem confirmar os testes clássicos da Psicologia, mas se realizam no próprio processo do "questionamento" da ADI. E o questionamento é aplicado de forma "circular", partindo do problema e fechando com a solução.

O Teste dos Registros Inconscientes - TRI

O TRI é um teste simples que solicita o desenho de três tipos diferentes de figurações, antes e depois da terapia: a escada, como projeção da evolução e do desenvolvimento vital, psicológico, físico e relacional; o espelho, como projeção simbólica da pessoa em atendimento, na percepção de si mesmo no nível de interioridade, como ser, como auto-aceitação; o porão com cinco objetos diferentes, que figuram simbolicamente conteúdos do inconsciente.

Há detalhes que diferenciam basicamente os testes de avaliação da ADI em relação aos testes psicológicos clássicos: é que o processo é sempre questionado e nunca analisado; segundo é que os dados obtidos da pessoa em atendimento vêm do inconsciente e são à ele novamente devolvidos. Por sua vez, ao responder sobre o significado das percepções, as respostas são diferentes que em outros testes, por não serem "racionais", mas emergirem do inconsciente.

Na ultima etapa do "processo circular" realiza-se o teste TRI e no final, dentro do próprio processo da terapia, utiliza-se sempre essa forma especifica de testagem, que se serve da mesma técnica básica da ADI: o questionamento.

A prática terapêutica evidência que, apesar de se apresentar a pessoa no final o mesmo teste que ele respondeu no início da terapia, as suas projeções (desenhos) no fim serão diferentes. As pessoas raramente repetem os mesmos desenhos ou os executa da mesma forma que no primeiro teste. Se o fizer, questiona-se o inconsciente, pois pode mostrar que não realizou mudanças profundas e a questão precisa ser retomada.

Devolvido o teste ao terapeuta, comparam-se as projeções que foram realizadas no final da terapia com as que foram feitas no princípio, ou seja: pede-se um número que explique a diferença entre os desenhos do "antes" e do "depois". Também aqui, dado o número (idade) pela pessoa, pede-se a cena correspondente e o enfoque específico da mesma. Faz-se isso em relação a todas as figuras desenhadas e de forma correspondente. Por exemplo: compara-se o "espelho" antes e depois da terapia questionando: qual o número que faz a diferença? Dado esse número, que é certa idade, faz-se a objetivação, pedindo a pessoa o momento exato da cena focalizada. Aparece agora a palavra, o gesto, o fato identificado pela pessoa como sendo a "diferença". Entenda-se que é o próprio inconsciente, a exemplo de um computador que, em função da solicitação, localiza uma resposta relacionada aos problemas trazidos pela pessoa no inicio. Por esse meio podemos avaliar se a pessoa melhorou e o que melhorou. Caso a resposta seja negativa, busca-se saber e tratar o que ainda não foi resolvido[2].

Processo de Aplicação do TRI

A ADI/TIP consiste numa intervenção terapêutica breve desenvolvida em três etapas: consulta médica, fase preparatória e fase terapêutica (de 10 a 15 sessões). O TRI é aplicado no dia da consulta médica e antes da última sessão de terapia. No caso de retorno, fase compreendida como "reforço" terapêutico, a pessoa será convidada a responder novamente o TRI antes da primeira sessão de terapia.

O TRI é entregue por uma atendente juntamente com um envelope, um lápis e é respondido em um local tranqüilo onde a pessoa poderá se concentrar para realizar os desenhos. A atendente lê as instruções para a pessoa e solicita que ao término, o TRI seja guardado dentro de um envelope, lacrado e entregue na recepção. De pose do mesmo, a atendente irá guardar o envelope dentro do prontuário da pessoa, sendo que somente o terapeuta terá acesso ao seu conteúdo no momento da terapia.

  • Conforme citado anteriormente, o Método ADI/TIP utiliza três formas básicas de avaliação ou testes em seus trabalhos, para verificação da eficácia de sua metodologia: a testagem através do "processo circular", o "TRI" ou o teste dos registros do inconsciente e a "pesquisa cientifica" orientada por órgão especializado.
  • A testagem do "processo circular" faz parte da estrutura e da sistematização da metodologia ADI como um todo. Cada questão abre-se com um sofrimento e fecha-se com uma avaliação sobre o ponto inicial, para informar se aconteceram mudanças. O processo se realiza pela devolução dos dados ao inconsciente que, por sua vez, concretiza o que percebe através de uma cena correspondente. O processo circular é contínuo durante a terapia. Na avaliação de cada "circulo", também a pessoa em atendimento não interpreta. Quando a avaliação é devolvida ao inconsciente, a pessoa responderá com um número (idade) que traga uma cena que, por sua vez, responderá à pergunta feita pelo terapeuta. Nada é acrescentado por parte do psicólogo ao conteúdo trazido pela pessoa de seu inconsciente. É a pessoa em terapia que faz a percepção, é quem entende o significado, quem vivencia o que vê. Se há correções a fazer, estas também serão feitas através de perguntas (questionamento).
  • O TRI, apesar da denominação de "teste", não se assemelha aos testes clássicos da Psicologia, nem em termos de estrutura, nem em termos de objetivos; o TRI não é um teste de perfil do cliente, não visa à interpretação, não visa identificar a personalidade, nem classificar a inteligência.
  • O TRI também não se configura como um teste "projetivo", nem no sentido literal, nem conforme normatizado pela Psicologia. É projetivo no sentido de que a pessoa expressa em seus desenhos os conteúdos inconscientes que poderão ser abordados na terapia.
  • O TRI não se configura como um modelo padronizável para ser aplicado em outros modelos de intervenção terapêutica. Tanto o processo circular, como o TRI, são aplicáveis somente quando focalizados sobre o inconsciente e diante de uma abrangência integral do ser humano. É preciso que aconteça uma adequação e coerência em relação ao todo humano. Segundo a experiência da ADI, para possibilitar a mudança, o equilíbrio psíquico e a reumanização, é necessário evitar a contradição interna em relação ao sofrimento que se tem, entre o que se decide existencialmente e o humano ser. É isso que, na ADI, é naturalmente e continuamente testado e confirmado pelo processo circular e pelo TRI.
  • O TRI não é comercializado e nem implica em custos adicionais à pessoa em tratamento para realização do mesmo.

Nesse sentido, o TRI é utilizado enquanto um recurso terapêutico destinado apenas à Abordagem Direta do Inconsciente e faz parte de uma pesquisa mais ampla desenvolvida sobre o método. Os dados acerca do mesmo é fruto da experiência terapêutica e condiz com as vivências individuais de cada pessoa no processo terapêutico.


[voltar] [1] O conteúdo aqui apresentado sintetiza o processo terapêutico da ADI/TIP, explanado nos livros As Chaves do Inconsciente (2006) e O Inconsciente Sem Fronteiras (2007), cujas leituras indicamos para maior compreensão dos conteúdos.
[voltar] [2] Veja mais detalhes no livro "O Inconsciente sem Fronteiras", 13º Edição - Editora Idéias e Letras pg 82.

TIP-TRON

O TIPTRON é um equipamento portátil de eletroestimulação que produz ondas com freqüências cerebrais específicas, portanto fisiológicas e biológicas, que podem ser selecionadas de acordo com a quadro de cada paciente pelo médico na consulta inicial da TIP Terapia.

Sua aplicação é feita através de dois eletrodos colocados nos lóbulos auriculares em sessões de aproximadamente 45 minutos. Seu efeito é suave e a sensação gerada é praticamente imperceptível por utilizar corrente contínua de baixa amperagem e voltagem e altíssima precisão. O aparelho auxilia os pacientes na TIP Terapia facilitando o processo pois estimula o sistema nervoso a entrar em ressonância com as ondas emitidas gerando muitos efeitos positivos, principalmente: quebra do stress contínuo, relaxamento (e todos os seu benefícios secundários como diminuição da tensão muscular/dores, ansiedade e benefícios cardiovasculares), liberação de endorfinas, benefícios na memória, aprendizado, concentração, humor, criatividade e intuição, fortalecimento do Sistema Imunológico.




A aplicação é associada à escuta de um exercício gravado que amplia ainda mais os benefícios e preparam o paciente para o processo terapêutico. Em média são realizadas 12 sessões.

Tem sua origem em equipamentos europeus de eletroestimulação craniana, antigamente chamado de eletrosono, e hoje é produzido no Brasil. Tecnicamente não possui contra-indicações por produzir ondas fora da faixa que poderiam representar risco à saúde. Preventivamente o estímulo elétrico não é aplicado em gestantes, portadores de marca-passo e epiléticos sem acompanhamento médico.

Dr Fabio Bechelli - Médico, CRM 108409, especialista em Medicina por Informações Biofísicas, membro do Conselho Consultivo Técnico da FUNDASINUM


VISIOTRON
Técnica auxiliar que visa treinar o paciente a perceber conscientemente, o seu inconsciente, com base em três aspectos fundamentais:

  • Distanciamento – quando aprende a separar de si mesmo o seu sofrimento.

  • Inversão Direcional – onde aprende a comandar o seu inconsciente, conscientemente

  • Motivação para a Cura – quando faz a vivência de cenas positivas, registradas no seu inconsciente.

O Visiotron é aplicado num colchão vibratório, em ambiente confortável e por pessoas tecnicamente treinadas para este fim.

TIP TERAPIA


Através da TIP-Terapia de Integração Pessoal é possível atingir rapidamente a raiz primeira de vasta gama de sintomatologia clínica e psicológica. Perpassa-se, numa média de 10 a 15 sessões, os diversos períodos vitais: a concepção, a fase do útero materno, a infância e a adolescência, na busca de registros negativos e na elaboração do processo de decodificação dos mesmos. Faz-se ainda a terapia de áreas específicas do nível noölógico, ou da realidade espiritual do ser humano. Trabalha-se ainda as gerações passadas, localizando-se núcleos de sofrimentos atuais do paciente em seus ancestrais e trabalhando-se a libertação dessas influências que se expressam pelo MIAR - Mecanismo Inconsciente Automático de Repetição.

É o próprio paciente quem realiza sua terapia, pois o terapeuta não interfere sobre o tratamento, apenas objetiva os fatos através do questionamento tecnicamente orientado, não analisando ou interpretando. Diferentemente de outros métodos de tratamentos psicológicos, na TIP o paciente tratado também é capaz de atingir e beneficiar uma gama muito grande de pessoas – seus familiares – inclusive as suas gerações futuras. Isso ocorre porque, através do tratamento, é possível eliminar os registros de base da memória inconsciente da família, levando outras pessoas à cura indireta.

REFORÇO


O reforço é solicitado pelo terapeuta ao término do primeiro bloco de terapia (10 sessões), onde o próprio inconsciente indica a necessidade e o tempo de retorno. Isto em função de que há questões na vida do paciente que precisam de tempo para serem consolidadas.

TERAPIA INDIRETA


Pela TIP é possível fazer a Terapia Indireta sobre familiares, filhos e outros. Esta é indicada para tratamento de crianças com idade inferior a 15 anos, adolescentes com imaturidade emocional, psicoses em atividade, pacientes terminais, filhos adotivos e pessoas que voluntariamente não querem se submeter ao tratamento. A condição para isto é que o familiar tenha grande vínculo afetivo.
A mãe é a grande força capaz de modificar – através da própria terapia – problemas em sua família.

Cuidados Necessários

Antes de se submeter à terapia, verifique se a clínica onde você deseja realizar a terapia é uma clínica credenciada onde todos os terapeutas são certificados pela FUNDASINUM.

Todos os profissionais, psicólogos, médicos ou psiquiatras, certificados pela FUNDASINUM, realizaram a terapia ADI/TIP, cumpriram os três anos de curso no método ADI/TIP com a Dra. Renate Moraes, autora do método, foram aprovados e estão continuamente sendo submetidos a uma reciclagem bianual a qual garante a correta aplicação do Método ADI/TIP e a utilização, por parte deste profissional, das mais recentes técnicas do método aprovadas pela autora. Além disso, a FUNDASINUM tem como procedimento o acompanhamento constante dos resultados obtidos pelos pacientes que realizaram terapias nas clinicas a ela filiadas

Observamos que recebemos reclamações constantes de pacientes que foram atendidos por profissionais que utilizam indevidamente o nome da metodologia e o nome de sua autora, oferecendo tratamento enganoso e sem os verdadeiros resultados da ADI/TIP.


Algo mais que é necessário saber
O bebê, desde a concepção, sabe de sua existência e registra todos os acontecimentos externos e internos, sofrendo ou alegrando-se com eles.
  • A fase da gestação é a mais importante para a saúde psicofísica do ser humano. Quanto mais próximo da concepção ocorrem os sofrimentos, mais graves e prejudiciais à criança ao adulto serão no futuro.

  • O sofrimento humano, tanto o que se manisfesta no psiquismo, como o que aparece sob a forma de sintomas físicos, tem, em última análise, uma só causa: o desamor.

  • Os conflitos conjugais dos pais são também, ao lado da rejeição direta ao bebê em gestação, as primeiras causas de desequilíbrios psíquicos, dos distúrbios físicos e, especialmente, de acidentes sofridos pelas crianças. Os conflitos conjugais, contudo, são, quase sempre superáveis, pos raramente têm como causa, a falta de amor. São especialmente, resultado de problemas da psiquê de ambos. Exite a influência dos antepassados e a transferência do pai para o marido ou da mãe para a esposa. Esses conflitos também resultam da falta de uma atitude que assuma o alegre desafio de fazer com que a união tenha êxito.
  • A fase da gestação é a mais importante para a saúde psicofísica do ser humano. Quanto mais próximo da concepção ocorrem os sofrimentos, mais graves e prejudiciais à criança ao adulto serão no futuro.
  • Há pacientes que desejam estar livres dos sintomas desagradáveis, mas não estão dispostos a enfrentar sua realidade mais profunda e a necessária reformulação. São os chamados "resistentes". Enquanto se encontram neste estado, não permitem a continuidade da terapia.
  • O processo ADI/TIP é absolutamente original por vários motivos: pelo emprego de questionário técnico, que coloca o paciente como agente de seu próprio tratamento, apresentando sempre diagnósticos particulares e soluções únicas: por seu enfoque (" vertical" e não "analítico" ou "interpretativo") que busca, no próprio inconsciente do paciente, os fatos, diagnósticos e soluções; pela abordagem "consciente" do inconsciente, que não necessita de hipnose; pela reformulação integral e pela preocupação humanística com o paciente; pela rapidez associada à maior profundidade da terapia; pelos resultados altamente satisfatórios.